Câmara Municipal da Sertã expõe “Documento do Mês”

Câmara Municipal da Sertã expõe “Documento do Mês”

Neste mês de maio teve início, no Edifício dos Paços do Concelho, a iniciativa “Documento do Mês”, que consiste em dar a conhecer o património bibliográfico e arquivístico à guarda dos arquivos da Câmara Municipal da Sertã. Todos os meses será escolhido para exposição um documento integrante do Arquivo Municipal, sendo que a escolha do mesmo irá basear-se no conteúdo, nas características do suporte, na ligação a efemérides ou na beleza iconográfica.

Carlos Miranda, Presidente da Câmara Municipal da Sertã, considera que “iniciativas como esta desempenham um papel fundamental na educação e consciencialização da comunidade local sobre a história, cultura e acontecimentos relevantes do seu concelho”. O autarca acrescenta que este projeto “é culturalmente enriquecedor, revitalizando a ligação da população à sua história, mantendo bem vivas as suas raízes históricas”.

Até ao final do mês de maio, o documento exposto é a Ata da Reunião da Câmara Municipal do dia 7 de maio de 1974: trata-se da primeira Ata elaborada após a Revolução do 25 de Abril de 1974 presidida pelo então Presidente da Câmara Municipal, José Antunes. Este documento aborda diversos assuntos tais como as pretensões dos munícipes em relação ao licenciamento de obras, atravessadouros, reclamos luminosos, concessão de terreno no cemitério e a deliberação sobre pagamentos ao pessoal e despesas correntes. Na sequência da Revolução do 25 de Abril de 1974, a Câmara Municipal enviou um telegrama ao Presidente da Junta de Salvação Nacional e ao Exército Português onde apoiava o programa dessa Junta, prometendo a colaboração para o progresso do concelho e bem-estar do país.

Para contribuir para um bom acervo histórico do concelho, todas as pessoas que tenham fotografias, cartazes ou outros documentos sobre acontecimentos, pessoas ou locais relevantes do concelho da Sertã, poderão contactar o Arquivo da Câmara Municipal da Sertã, através do telefone 274600300 ou do e-mail arquivomunicipal@serta.pt.

 

 

 

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Oleiros recebe encerramento das comemorações do Comando da GNR com demonstração de meios e concerto 

Oleiros recebe encerramento das comemorações do Comando da GNR com demonstração de meios e concerto 

No encerramento do 15º aniversário do Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR), que decorreu em Oleiros em 2024, realizou-se no sábado, 11 de maio, uma exposição de meios organizada pelo Comando Territorial da GNR de Castelo Branco e o Concerto da Banda Sinfónica da GNR.

Das 10h às 18h, a Praça do Município foi palco de uma exposição de meios das diferentes Unidades da GNR. Os momentos de maior interação com o público foram as demonstrações com os cães da equipa cinotécnica, os passeios de breque (cavalo) e o circuito de trânsito montado para as crianças brincarem e aprenderem algumas regras de segurança rodoviária.

O dia culminou com a atuação da Banda Sinfónica da GNR, pelas 21h30. O Pavilhão Multiusos das Devesas Altas ficou completamente lotado pelo público. Marcaram presença no evento membros do Executivo Municipal, da Assembleia Municipal, presidentes de Junta de Freguesia e elementos da GNR.

No final do concerto, o Comandante do Comando Territorial da GNR de Castelo Branco, Tenente Coronel Luís Patrício, agradeceu “ao senhor Presidente da Câmara de Oleiros e a todos os seus colaboradores, que permitiram que estes momentos se proporcionassem, tanto nos dias 26 e 27 de março, como no dia 11 de maio”. Em forma de agradecimento, o Comandante entregou uma lembrança ao Município.

O Presidente da Câmara de Oleiros, Miguel Marques, agradeceu à GNR “por este ano ter escolhido Oleiros para aqui celebrar o aniversário da Unidade”. Dirigindo-se a todos os presentes, manifestou como “é realmente emocionante ver a adesão de todos os oleirenses a este espetáculo, é épico e será certamente recordado por todos”.

Por último, Miguel Marques reconheceu a “satisfação e agrado” que é receber a Banda Sinfónica da GNR em Oleiros, permitindo que se tenha ” acesso ao que de melhor se faz no país “.

“Enquanto Município de Oleiros, continuaremos a apostar em trazer a este nosso Pavilhão grandes eventos, não só desta natureza, mas de outras também”, reforçou.

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Encontro de Aguarelistas dá cor à Sertã

Encontro de Aguarelistas dá cor à Sertã

A Sertã vai receber o 1º Encontro de Aguarelistas, entre os dias 24 e 26 de maio, nos
locais mais emblemáticos do centro da vila. A iniciativa, de divulgação artística e cultural,
contará com um programa diversificado de workshop, pintura ao vivo, exposição e residência artística.
O 1º Encontro de Aguarelistas na Sertã contará com a presença de António Bártolo, André
Kano, Cristina Mateus, Lurdes Morais, Bruno Vieira e Rui Pinheiro que durante o evento,
realizarão pintura ao vivo de aguarelas em locais públicos da vila da Sertã. No dia 25 de
maio, no Clube da Sertã, realiza-se o workshop de Pintura a Aguarela com a aguarelista
Cristina Mateus (das 10 às 13h e das 15 às 18h horas). As inscrições, gratuitas e limitadas a
15 participantes, deverão ser efetuadas até ao dia 21 de maio através do link: Workshop de
Pintura a Aguarela na Sertã – Formulários – Cloud CMS (cm-serta.pt)
As diversas obras elaboradas pelos aguarelistas, no âmbito deste encontro, estarão em
exposição na Capela do Convento da Sertã, de 26 de maio a 10 de junho e de 12 a 16 de
junho. A inauguração desta exposição decorrerá no dia 26 de maio, às 16 horas, na Capela
do Convento da Sertã.
Esta iniciativa, de intercâmbio cultural, que visa promover o concelho do ponto de vista
cultural e turístico, reúne aguarelistas de vários países, valorizando a aguarela enquanto
técnica de expressão artística. Carlos Miranda, Presidente da Câmara Municipal da
Sertã destaca “a criação de aguarelas das paisagens sertaginenses poderão ser
acompanhadas ao vivo pelo público e são uma forma de promover a Sertã e de retratar os
locais mais emblemáticos da vila pela leveza de uma aguarela.”

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LITERACIA FINANCEIRA  /  DIGITAL  –  ARTIGO 6

LITERACIA FINANCEIRA  /  DIGITAL  –  ARTIGO 6

. CERTIFICADOS DE AFORRO

–   PARTICULARIDADES   /   RISCOS  /   FUNCIONAMENTO /  VANTAGENS E DESVANTAGENS

Caro Leitor,

Decorrida mais uma quinzena e aí temos mais um artigo da nossa “história” sobre Literacia Financeira.

Desta vez vamos debruçar-nos sobre os Certificados de Aforro, enquadrados na categoria de “ Dívida Pública “, e utilizados por grande parte dos portugueses como “instrumento” de poupança.

A elevada subscrição destes certificados deve-se a várias razões, onde destacamos segurança, liquidez e rentabilidade (minimamente) atrativa, tendo em consideração que estamos perante ativos de baixo risco financeiro.

Ao nível dos perfis de investidor mais propensos para estes títulos, destaca-se naturalmente o perfil conservador, o que não invalida uma subscrição transversal aos perfis mais agressivos, essencialmente numa ótica de diversificação de risco, e tendo sempre em conta “ que não se deve colocar todos os ovos no mesmo cesto “.

Quando abordamos este tema dos Certificados de Aforro, ocorrem-nos logo vários aspetos e particularidades relativas às séries B, E e F.

Série B:     Trata-se de uma série antiga, onde relativamente a rentabilidade, a taxa anual de juro bruta ( incluindo prémios de permanência) ultrapassa atualmente os 4%, o que em termos líquidos, significa cerca de 3%. Para ativos desta natureza, é uma rentabilidade interessante, mas é a ausência de prazo limite que se destaca mais nesta série, sugerindo a manutenção destas aplicações, para quem tiver essa possibilidade e/ou possua outros ativos, a que possa recorrer, em caso de extrema necessidade.

Série E:     É a série ( imediatamente ) anterior à série F, onde são atualmente permitidas novas subscrições. A taxa anual de juro nesta série E é indexada à Euribor a 3 meses ( Euribor 3 M + 1%, com o máximo de 3,5% ), o que alguns anos atrás, quando a Euribor “navegava em terrenos negativos”, se traduzia numa rentabilidade muito pouco atrativa ( e que em termos brutos não chegava a 1% ). Com a Euribor a “disparar” em 2022 para taxas anuais na ordem dos 3 / 4%, os Certificados de Aforro ( Série E ) atingiram uma taxa anual bruta de 3,5% ( em termos líquidos cerca de 2,5%), o que se revelava bastante atrativo, em particular, quando comparado com os Depósitos a Prazo, que na altura, e na sua grande maioria, apresentavam rentabilidades quase nulas ( a rondar mesmo 0% ). E isto sem considerar os prémios de permanência dos Certificados de Aforro, que se aplicam logo a partir do 2º ano.

Série F:     Em junho 2023, por decisão governamental, surgiu então a série F, com taxa anual de juro igualmente indexada à Euribor a 3 meses ( Euribor 3M, com um máximo de 2,5% ), mas com condições globais desvantajosas em relação à Série E anterior ( taxas de juro, prémios de permanência, … ). Mais adiante, em quadro comparativo, destacaremos essas diferenças.

Passou a ser também viável a comercialização destes títulos em alguns bancos comerciais (ex. BIG ), a troco da devida comissão pelo serviço prestado, o que levanta algumas questões curiosas e discutíveis, sobre possíveis conflitos de interesses, já que Depósitos Bancários e Certificados de Aforro são claramente produtos concorrentes.

Foram algumas decisões polémicas do governo vigente na altura, alguns afirmam com o argumento da proteção ponderada da evolução da “ Dívida Pública “ mas outros, de forma igualmente válida, referem que foi para evitar a continuidade da enorme “sangria” ocorrida nos Depósitos a Prazo ( que apresentavam rentabilidades insignificantes ), com a transferência maciça dos mesmos para os Certificados de Aforro. Cada um que faça a sua análise e interpretação, mas tratou-se de facto de posição algo discutível.

Efetuada esta introdução, e focando-nos agora na atualidade, e na série F, que permite novas subscrições, e nas suas particularidades, características e funcionamento, temos a destacar o seguinte:

Comercialização:     Balcões CTT, Aforro Net, Espaço Cidadão e alguns Bancos ( ex. BIG ). A abertura da conta aforro deve ocorrer nos balcões dos CTT. Esta série encontra-se em comercialização desde junho 2023.

Prazo de cada subscrição:   15 anos

Valor mínimo por subscrição:   100 €

Máximo por Conta Aforro:    50.000 € ( A Conta Aforro é a conta base, que é necessária abrir previamente, para depois suportar diversas subscrições, se for o caso ).

Tipo de juro:    Composto ( com a correspondente capitalização automática de juros, já líquidos de IRS )

Tributação fiscal dos juros:     Taxa liberatória de IRS ( 28% )

Periodicidade do crédito de juros:     Trimestral

Mobilização de capitais:      Possível a partir do termo do 1º trimestre de cada subscrição. Em caso de mobilização antecipada, “apenas” se perde os juros, sobre o montante levantado, desde a última atribuição trimestral.

Taxa anual de juro bruta:      Taxa base   +   Prémio de permanência

Taxa base:     E3 ( mínimo 0% – máximo 2,5% ), onde E3 = média Euribor a 3 meses. Esta taxa é definida no antepenúltimo dia do mês anterior à atualização da taxa, com base na média dos 10 dias úteis anteriores.

Prémio de permanência:     2º ao 5º ano:  0,25%   /     6º ao 9º ano:   0,5%   /   10º ao 11º ano:   1%   /   12º ao 13º ano:   1,5%    /   14º ao 15º ano:    1,75%

Para termos uma visão mais concreta e aprofundada das alterações ocorridas, quando da suspensão da comercialização da série E e lançamento da nova série F, abaixo apresentamos quadro comparativo das respetivas particularidades ( Série F  vs  Série E ).


Relativamente aos riscos financeiros abordados em publicação anterior, designadamente, riscos de crédito, mercado, capital, liquidez, cambial e inflação, o “panorama” aplicável no âmbito dos Certificados de Aforro ( Série F ), traduz-se no seguinte:

Risco de crédito:   Muito reduzido ( só se aplicaria em caso de falência extrema do Estado Português ).

Risco de mercado:    Existe ( a taxa de juro depende da Euribor a 3 meses, o que pode influenciar a evolução das poupanças ).

Risco de capital:   Não existe ( a taxa mínima de juro é 0% ).

Risco de liquidez:     Muito reduzido ( mobilização de capitais possível a partir do fim do 1º trimestre de cada subscrição ).

Risco cambial:     Não existe ( produto subscrito em Euros ).

Risco de inflação:     Existe ( se a taxa anual de juro liquida de impostos for inferior à inflação, em termos reais, o investidor perde valor ).

Antes de terminar este artigo, e essencialmente pelo caráter pedagógico que pretendemos aplicar nas nossas publicações, com alguns casos práticos que possam ser úteis aos nossos Leitores, a seguir apresentamos os seguintes exercícios:

Exemplo prático 1 ( cálculo de juros trimestrais  –  Série E ):

Subscrição efetuada em 01.01.2022

Capital acumulado ( em 01.01.2024 ):         10.000 €

Taxa base:    3,5% ( como a Euribor a 3 M continua em patamares elevados, Euribor 3 M + 1% > 3,5%, e portanto aplica-se a taxa máxima de 3,5% )

Prémio de permanência:    0,5% ( a subscrição encontra-se no 3º ano )

Taxa anual de juro bruta total:     4% ( 3,5% base + 0,5% prémio de permanência )

Juro trimestral ( bruto ):      10.000 €  x  0,04  /  4  =  100 €

IRS retido ( 28% ):    100 €   x  0,28  =  28 €

Juro trimestral ( líquido ):    100 €  –  28 €  =  72 €

Capital acumulado ( em 01.04.2024 ):       10.072 €

Exemplo prático 2 ( cálculo de juros trimestrais  –  Série F ):

Subscrição efetuada em 01.01.2024

Capital aplicado (  01.01.2024 ):       20.000 €

Taxa base:    2,5% ( como a Euribor a 3 M continua em patamares elevados, Euribor 3 M  > 2,5%, e portanto aplica-se a taxa máxima de 2,5% )

Prémio de permanência:    0% ( a subscrição ainda se encontra no 1º ano )

Taxa anual de juro bruta total:     2,5%

Juro trimestral ( bruto ):      20.000 €  x  0,025  /  4  =  125 €

IRS retido ( 28% ):    125 €   x  0,28  =  35 €

Juro trimestral ( líquido ):     125 €  –  35 €  =  90 €

Capital acumulado (  em 01.04.2024):       20.090 €

Exemplo prático 3 ( possível vantagem no englobamento dos juros de certificados de  aforro e certificados do tesouro  –  CA e CT, quando se efetua a declaração anual de IRS ):

Tendo em consideração que:

–    o limite superior do 4º escalão IRS em vigor ( de acordo com o OE 2024 ) é de 21.321 € e tem a taxa de 26%

caso:

–     o rendimento de trabalho anual bruto por pessoa  +  rendimentos de capitais (juros) brutos do ano, onde se incluam, por exemplo, os juros de Certificados de Aforro e Certificados de Tesouro, seja inferior a cerca de 20.000 € ( ou o dobro, no caso de um casal que efetue declaração de rendimentos conjunta )

ou

–     se encontre, por exemplo, numa situação ainda mais extrema de desemprego, onde os rendimentos tributáveis são nulos e a taxa de IRS é 0%,

poderá ter interesse em efetuar o englobamento de rendimentos de capitais ( por exemplo juros de CA e CT ), em vez de aceitar ( passivamente ) a aplicação a taxa liberatória de 28%, e assim recuperar parte ( ou a totalidade ) do IRS retido no ano anterior.

Caso a sua situação se enquadre no acima exposto, e possua rendimentos de capitais sujeitos à taxa liberatória de 28% ( por exemplo juros de CA e CT ), tenha isto em consideração quando efetuar a sua declaração anual de IRS, preenchendo o anexo E ( tabela 4B ), com os dados aí exigidos. Para o efeito ( no caso dos CA e CT ), poderá solicitar nos balcões dos CTT, declaração com os elementos necessários ( rendimentos de capitais / juros e IRS retido no ano em causa ).

Esperamos que esta “dica” tenha utilidade prática para alguns dos Leitores.

O artigo já vai extenso, e hoje ficaremos por aqui.

No próximo artigo, a publicar dentro de 15 dias, continuaremos nesta “onda” da Dívida Pública, abordando outro “instrumento” ( Certificados do Tesouro ). Compararemos a versão atual face à versão anterior ( também ocorreu uma alteração à semelhança dos Certificados de Aforro ), e essencialmente, compararemos Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro, para que os Leitores possam fazer a sua análise e tomar a decisão mais ponderada. Isto, caso entendam incluir estes ativos nas vossas carteiras de poupanças e/ou investimentos.

Caro Leitor, aguarde pelas “ cenas dos próximos capítulos “. Até breve …

Acompanhe ou recorde os artigos anteriores

https://jornaldeoleiros.sapo.pt/2024/04/30/serta/literacia-financeira-digital-artigo-5.html

Paulo Ferreira

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OLEIROS RECEBE EXPOSIÇÃO E DEMONSTRAÇÃO DE MEIOS DA GNR NO SÁBADO

OLEIROS RECEBE EXPOSIÇÃO E DEMONSTRAÇÃO DE MEIOS DA GNR NO SÁBADO

A Praça do Município, em frente à Câmara Municipal, será palco, no sábado, 11 de maio, das 10h às 18h, de uma ampla exposição organizada pelo Comando Territorial da GNR de Castelo Branco. No evento serão apresentadas as diferentes valências das unidades de Escola Segura, Unidade Especial de Proteção e Socorro, e Investigação Criminal. A iniciativa é aberta ao público e incluiu atividades como rappel, slide e passeios de breque (cavalo), promovendo a interação entre a GNR e a sociedade civil.

A ação insere-se no 15º aniversário do Comando Territorial da GNR, que acontece em Oleiros em 2024. Durante o evento, serão exibidos equipamentos e meios operacionais, como motos TT e uma embarcação. Além disso, haverá demonstrações da equipa cinotécnica (especializada em buscas de pessoas desaparecidas, entre outras operações), previstas para as 10h e 16h.

Para que todas as atividades agendadas possam decorrer em segurança, o trânsito estará cortado e o estacionamento interdito, entre a Praça do Município (lateral da Câmara Municipal e junto aos WC’s públicos) e a Rua Dr. Barata Relvas, das 10h às 18h.

Mais tarde, pelas 21H30 no Pavilhão Multiusos exibe-se a Banda Sinfónica da GNR encerrando um dia de grande exibição desta força de segurança.

 

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Jornadas de Religiosidade Popular regressam para a terceira edição

Jornadas de Religiosidade Popular regressam para a terceira edição

O Município de Penamacor, através do Museu Municipal e em parceria com a Universidade de Salamanca, o Instituto de Investigações Antropológicas de Castela e Leão de Salamanca e a Santa Casa da Misericórdia de Penamacor, vai realizar a terceira edição das Jornadas de Religiosidade Popular.

A edição deste ano vai decorrer nos dias 17 e 18 de maio, no Salão Nobre dos Paços do Concelho e no Auditório da Santa Casa da Misericórdia, respetivamente, contando com a participação de investigadores dos dois lados da raia portuguesa e espanhola.

Sob o mote “Cultos e Romarias na Raia Ibérica”, esta iniciativa pretende estabelecer uma abordagem académica sobre os cultos regionais e locais, assim como valorizar os estudos das romarias e manifestações culturais populares neste território, com a finalidade de preservar a memória num ato de salvaguarda do património cultural identitário da região.

Mais que um evento académico pontual, estas jornadas resultam do trabalho e do esforço que tem vindo a ser feito para centrar territórios “descentralizados” nas diversas áreas de estudo e do saber sapiencial das ciências sociais e humanas. Para além de várias apresentações sobre a temática em causa, o programa conta ainda com representações dos cancioneiros populares ligados à Senhora do Bom Sucesso (Penamacor), Senhora da Ajuda (Escalos de Cima) e Senhor da Saúde (Souto da Casa). Este ano abrem-se, também, portas para uma nova linha de investigação, com a apresentação de comunicações sobre os cultos do Espírito Santo, bastante enraizados na comunidade local, com particularidades distintas presentes na memória coletiva dos povos locais.

A inscrição no evento é gratuita mas obrigatória e pode ser efetuada junto do Museu Municipal de Penamacor, através do número de telefone 277 394 106 e do endereço de email museu.municipal@cm-penamacor.pt.

O programa completo pode ser consultado no portal do Município de Penamacor, em www.cm-penamacor.pt/p/jrp

 

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Portugal perdeu 10 mil bombeiros voluntários desde 2004

Portugal perdeu 10 mil bombeiros voluntários desde 2004

Numa altura em que se prepara o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais é nas zonas de maior perigo onde mais faltam meios humanos. Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Nunes, defende que deveriam existir mais e melhores incentivos para quem optasse por este voluntariado.

  • Com a devida vénia ao DN
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Mulheres Incomuns Invadem Penamacor dia 12 de maio

Mulheres Incomuns Invadem Penamacor dia 12 de maio
Um livro e uma comunidade para promover a liderança no feminino, inspirar e estimular uma maior visibilidade do sucesso alcançado pelas mulheres

É já no próximo dia 12 de maio, pelas 15h, que Mulheres Incomuns irão “invadir” o Auditório da Escola de Música, em Penamacor, no âmbito do programa anual das comemorações dos 50 anos da Revolução dos Cravos em Penamacor, criado e desenvolvido pela Câmara Municipal de Penamacor.

A sessão de apresentação da obra Mulheres Incomuns contará com a presença de Luísa Bernardes, Vera Margarida Cunha e Susana Castanheira, coautoras do livro e fundadoras da plataforma Mulheres Incomuns, bem como de Manuela Grazina, uma das 12 mulheres retratadas e de Rita Pedro, coautora. O evento será ainda animado com um debate, a partir das 16:00, sobre o tema “Mulher, Visibilidade e Sociedade”.

A Comunidade Mulheres Incomuns é um projeto alinhado com a agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável que nasceu da vontade de Luísa Bernardes, Susana Castanheira e Vera Margarida Cunha contribuírem para que os extraordinários percursos e sucessos alcançados pelas mulheres em Portugal sejam mais conhecidos, inspirando outras mulheres a darem a conhecer-se e, assim, criar um movimento na sociedade civil que contribuirá para que a liderança no feminino deixe de ser a exceção ou uma mera questão de quotas. Foi no seio deste propósito e com uma vocação de voluntariado que nasceu uma Comunidade de Celebração do Sucesso Feminino e a sua primeira ação: escrever um livro sobre Mulheres de Referência que se destacam na sociedade pelos seus percursos profissionais e pessoais.

O livro Mulheres Incomuns é uma obra a 24 vozes (12 mulheres retratadas e 12 mulheres escritoras) que apresenta projetos e trajetos pessoais e profissionais muito diversos – na academia, na economia social, na investigação, no jornalismo, em grandes empresas, na política e em grandes organizações, comprovando que o papel das mulheres, está intrinsecamente ligado e é um pilar fundamental da construção e do desenvolvimento dos vários alicerces da sociedade.

Esta obra singular, que conta com o duplo prefácio de Luís Marques Mendes e Filipe Almeida, conta os percursos e as aprendizagens de vida de: Cecília Carmo, retratada por Catarina Mendes Martins; Céline Abecassis-Moedas, retratada por Manuela Almeida Carvalho; Cidália Pina Vaz, retratada por Helena Moura; Conceição Zagalo, retratada por Ana Isabel Gonçalves dos Santos; Isabel Ferreira, retratada por Cristina Passas; Luísa Ferreira, retratada por Rita Pedro; Luísa Neto, retratada por Vera Margarida Cunha; Manuela Grazina, retratada por Luísa Bernardes; Maria Amélia Cupertino de Miranda, retratada por Susana Castanheira; Maria Manuel Leitão Marques, retratada por Isabel Almeida Gomes; Rita Nabeiro, retratada por Vanda Narciso; e Sílvia Nunes, retratada por Ângela Santos.

Mulheres Incomuns, editado pelo Grupo Vida Económica está à venda na Almedina, na Bertrand, na FNAC, Vida Económica e na Wook e já vai na sua terceira edição.

Num roteiro, que abraça também a causa de colocar as pessoas no centro das preocupações, promovendo a igualdade, respeitando os direitos humanos e envolvendo ativamente as comunidades locais, as sessões de lançamento, que serão além disso uma oportunidade de criar laços e networking entre pessoas, integram várias homenagens às mulheres retratadas.

Mulheres Incomuns enquanto Comunidade de Celebração do Sucesso no Feminino, é um movimento de voluntariado e está integrada na Associação Pista Mágica. O livro é igualmente uma forma de tornar esta iniciativa sustentável. Nesse sentido, as autoras envolvidas cederam os seus direitos à causa, demonstrando o seu compromisso e apoio à valorização das mulheres. Todas as pessoas e organizações envolvidas neste movimento trabalham em regime de voluntariado. Parte das receitas geradas pelo livro Mulheres Incomuns reverte para a Associação Pista Mágica, uma ONG – associação para o Desenvolvimento, que partilha dos mesmos ideais do potencial do voluntariado e da cidadania ativa, enquanto caminhos para a transformação da sociedade.

O nosso objetivo é aumentar a visibilidade do talento feminino. É crucial que as mulheres contem com a ajuda de aliados e aliadas que entendam as suas trajetórias e o impacto que causam na sociedade. É importante reconhecer o potencial transformador e a capacidade de iniciativa que as mulheres possuem e queremos dar visibilidade a estes exemplos inspiradores,” explica Luísa Bernardes, da Comunidade Mulheres Incomuns.

“A Comunidade Mulheres Incomuns é uma forma de educação para a igualdade e para o empoderamento das mulheres, com uma clara aposta na inclusão pelo conhecimento de mais modelos femininos que sirvam de inspiração, através da criação de alianças que possam contribuir para este desiderato,” afirma Susana Castanheira, da Comunidade Mulheres Incomuns.

Vera Margarida Cunha acrescenta: “Acreditamos no poder da comunidade e do voluntariado pelo que se ambiciona continuar a crescer, a agir e criar espaço de visibilidade envolvendo mais pessoas, criando mais iniciativas, fazendo do incomum, comum: a ambição de termos uma sociedade mais equitativa.”

Sobre a Comunidade Mulheres Incomuns
O principal objetivo da Comunidade Mulheres Incomuns é contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável, mais igualitária e mais justa. Neste propósito está alinhada com a Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, especialmente com o ODS 5, que se concentra na igualdade de género, e o ODS 10, que visa reduzir as desigualdades. A Comunidade de Celebração do Sucesso no Feminino tem como objetivo encorajar a participação plena e efetiva das mulheres e promover a igualdade de oportunidades de liderança. Para isso, destaca o papel desempenhado por mulheres de referência na sociedade, incentivando outras a seguirem os seus exemplos e mostrando que é possível promover a mudança, através de uma abordagem flexível e transversal que incentiva a criatividade, impulsionando a inovação e a transformação social.

Mais informação disponível em:
Website

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Monsanto recebeu milhares de visitantes em recriação de Guerra dos Tronos

Castelo de Monsanto

Monsanto recebeu milhares de visitantes em recriação de Guerra dos Tronos e tradições

A aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, recebeu mais de 10 mil pessoas durante o fim de semana. Os visitantes chegaram de todo o país, mas também muitos turistas estrangeiros, para viverem uma aventura medieval e cinematográfica no Castelo de Monsanto, que contemplou os eventos “A sentinela da Casa do Dragão” no sábado, 4 de maio, e a “Festa da Divina Santa Cruz”, no domingo.

“O Castelo de Monsanto foi a temática central num evento que combinou recriações alusivas ao universo da Guerra dos Tronos, por Monsanto ter sido escolhido pela produtora HBO para a série de sucesso “House of the Dragon”, com a recriação dos usos, costumes e tradições da aldeia mais portuguesa de Portugal, como a subida ao Castelo para lançamento do pote”, afirma o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.

Armindo Jacinto mostra-se satisfeito com a presença de milhares de pessoas ao longo de dois dias: “Mais de 10 mil pessoas passaram por Monsanto e puderam assistir e, inclusivamente, vestir-se a preceito e participar na recriação das cenas e cenários da prequela da Guerra do Tronos. “House of the Dragon” é uma das séries mais vistas de sempre, levou o nome de Monsanto e de Portugal aos quatro cantos do mundo, e veio promover ainda mais este destino turístico, que para os fãs da série passou também a ser ‘A Casa do Dragão’”.

Cortejos, mercado e tabernas, arruadas, ceia medieval, torneio de armas e a cavalo, teatro de fogo, danças e o tradicional lançamento do pote a partir do Castelo foram alguns dos momentos de animação.

Neste contexto, o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova apelou ao investimento em produções cinematográficas internacionais em Portugal, salientando o sucesso das gravações da produtora HBO e o potencial do território nacional, em especial lugares tão especiais como Monsanto, para a filmagens de filmes e séries.

O Castelo de Monsanto, com um balanço muito positivo, foi uma iniciativa integrada na programação Idanha-a-1000, organizada pela Filarmónica Idanhense, em parceria com a Município de Idanha-a-Nova e a União de Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha. Teve ainda o apoio do Turismo de Portugal.

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Associação Portuguesa de Imprensa assinala o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Associação Portuguesa de Imprensa assinala o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
A APImprensa, num ato de união com todos os meios de comunicação de
língua portuguesa e espanhola, assinala a 3 de maio o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.
Em conjunto com os membros das Associações de Meios de Comunicação da Argentina
(ADEPA), Brasil (ANJ), Colômbia (AMI), Chile (ANP), Equador (AEDEP), Espanha (AMI), México (MX Media Alliance), Peru (CPP), dos países latino-americanos membros da
SIP-IAPA (Associação Interamericana de Imprensa) e WAN-IFRA ( Associação Mundial
de Editores de Notícias), a APImprensa renova o seu compromisso com o
dever de praticar o jornalismo com responsabilidade, excelência, honestidade e transparência.
Nós acreditamos no jornalismo” é o mote da campanha criada pela agência de
publicidade espanhola Portavoz e que reúne meios de comunicação e associações de vários países em torno do compromisso com o jornalismo e da sua missão de informar.
Este esforço assenta na necessidade de um trabalho autocrítico permanente para levar a
informação verdadeira, clara e útil às comunidades, destacando o valor dos bons jornalistas e do bom jornalismo, entendendo que esta é a melhor ferramenta para
combater as notícias falsas e a desinformação.
Esta campanha pretende eternizar uma mensagem que corresponda à essência do trabalho
jornalístico e ao compromisso incontornável dos profissionais do setor para com a população.
Nós acreditamos no jornalismo” é um sinal de permanente compromisso, das
diferentes comunidades de língua ibérica, para que nunca faltem meios de comunicação plurais e fiéis à sua vocação de serviço num ambiente democrático com a imprensa
livre, com o direito à informação e à liberdade de expressão.

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