EDITORIAL: Novo Ano multiplicador de expectativas

EDITORIAL

É habitual nesta data de todos os anos o jornal e o Director desejarem aos seus Leitores Festas Felizes, esperanças redobradas, concretização de sonhos. Voltamos a fazê-lo, num ano novo que nos merece mais algumas palavras.

Um Ano Novo que não vai ser fácil por razões diversas.

Desde logo porque a pandemia alterou as nossas vidas, suspendeu as nossas vidas e, em consequência destas, muitos projectos caíram, foram suspensos, adiados, muitos em definitivo.

A crise económica profunda, os gastos extraordinários com a saúde, subsídios e apoios, a queda da produtividade que sempre foi baixa, as moratórias que vão cair sobre as cabeças de quem as recebeu, o cortejo da fome, do desemprego e da miséria, são alarmantes.

Num momento em que o país deveria estar unido, é atirado para Eleições antecipadas por força de extremismos que  terão de ser chamados à ordem e punidos em consequência destes desmandos.

Sempre a pedir tudo, a pedir mais e mais até o país cair…

A Democracia assente em Partidos, como deve ser, obriga a partidos responsáveis e os extremos são perniciosos para os objectivos de uma nação saudável.

Aguardamos com expectativa o definhar de projectos extremos como o do BE ou o do CHEGA que vão defrontar-se na abertura dos debates televisivos já no Domingo dia 2 de Janeiro pelas 22H00. São projectos destrutivos do são convívio e a expectativa é que a população menos bem informada, desperte de vez e os coloque no local devido, ou seja, longe de locais de decisão.

Embora amantes da Democracia e, desde logo dos Partidos indispensáveis, não podemos deixar de verberar tanto partido ( ou melhor grupos de amigos…) sem qualquer utilidade. Não se compreende a existência de tanto partido e, esta reflexão leva-nos à constatação que deveriam existir partidos regionais.

A hora de António Costa e de Rui Rio mostrarem que existirão sempre soluções que se desenham na noite de  30 de Janeiro.

As esperanças e as expectativas dos portugueses vão estar centradas nas suas actuações e projectos, sendo indispensável que tranquilizem os cidadãos para o futuro duro que está aí pela frente.

Tenham pois Festas tranquilas e sóbrias, cuidem-se e cuidem das famílias e, a seguir, votem de forma a ajudar a construir e não a destruir.

Paulino B. Fernandes

 

 

 

 

 

. Director

Sobre Jornal de Oleiros

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4 Responses to EDITORIAL: Novo Ano multiplicador de expectativas

  1. Edite diz:

    Feliz Ano para todos Nós!!
    Parabéns ao Jornal de Oleiros!!

  2. J.Vitorino diz:

    Muito bem!. Espero que Costa e Rio não venham adiar o País porque, porque o tempo está a chegar ao limite. Até porque os partidos que lideram são os principais responsáveis pela pobreza e subdesenvolvinento deste Portugal que está no limite a todos os níveis. Bom Ano Novo

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