Ultramaratona PT281+ percorre Beira Baixa de 22 a 25 de julho

Ultramaratona PT281+ percorre Beira Baixa de 22 a 25 de julho

. 84 participantes põem à prova os seus limites

. Vítor Rodrigues foi o vencedor em 2020

A PT281+ Ultramarathon Portugal vai percorrer 281 quilómetros entre Belmonte e Proença-a-Nova, passando por Penamacor, pela Serra de Malcata, Monsanto e Penha Garcia, Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Tejo Internacional, Vila Velha de Ródão, Portas de Ródão e Oleiros pelos Trilhos dos Apalaches.

A partida será dada às 18h00 de quinta-feira, 22 de julho, no Castelo de Belmonte, e com chegada até às 12h00 de domingo, na Praia Fluvial da Aldeia Ruiva.

Este evento lúdico/desportivo, organizado pela Horizontes Turismo Desportivo e Viagens e pela Associação Interior Convida, com o apoio dos municípios de Proença-a-Nova e Belmonte, traz à Beira Baixa 84 participantes oriundos de Espanha, França, Suíça, Roménia e Brasil, que irão percorrer de forma contínua trilhos florestais, caminhos rurais, carreiros, trilhos pedestres e estradas de asfalto.

Nesta edição, o destaque vai para a participação de 9 mulheres a solo, o primeiro ano com mais mulheres a competir individualmente. O maior desafio deste ano tem sido as incertezas nas viagens motivadas pela pandemia Covid-19, que impossibilitou a inscrição de muitos atletas.

O objetivo da PT281+ Ultramarathon Portugal é realizar o itinerário a pé e no menor tempo possível, guiados por GPS. É feito em regime de semi-autossuficiência, ou seja, apesar de ser um percurso contínuo, com um tempo limite de conclusão, os participantes encontrarão ao longo do percurso vários postos de controlo, onde poderão descansar e reabastecer as suas forças.

Inspirada na prova Badwater e na brasileira BR135+, a PT281+ Ultramarathon é uma das maiores distâncias do mundo em corrida pedestre e conta com um fator que a coloca entre uma das provas mais extremas do mundo: o calor. Nos locais de passagem da prova, os termómetros passam facilmente dos 40º. Esta prova é igualmente um teste aos limites físicos, mas também psicológicos tendo em conta que na maior parte do percurso os participantes estão sozinhos.

Em 2020, esta foi a primeira ultramaratona a ser realizada depois do confinamento. Vítor Rodrigues foi o mais rápido e precisou de 39 horas e 5 minutos para completar o percurso e a polaca Patrycia Bereznowska foi a melhor das mulheres com 41 horas e 9 minutos.

 

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