Teatro em Castelo Branco, ” O Triciclo” de Fernando Arrabal, 5 de Maio em Castelo Branco

O TRICICLO dia 5 de Maio em Castelo Branco
de Fernando Arrabal

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto
Fernando Arrabal

Encenação, Tradução e Espaço cénico

Ivo Alexandre

Interpretação

João Reixa, Anabela Faustino, Marques D’Arede, Alheli Guerrero e Ivo Alexandre

Desenho de Luz
Manuel Abrantes

Figurinos
Alheli Guerrero

Produção Executiva
Tiago da Câmara Pereira

Co-produção

Chão de Oliva, Cine-Teatro Avenida, Teatro Municipal de Vila Real,
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Theatro Circo

Uma Produção DOIS

5 de Maio – Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco
7 de Maio – Casa das Artes de Famalicão
14 de Maio – Teatro Municipal de Vila Real
21 e 22 de Outubro de 2021 – Theatro Circo (Braga)

A Companhia

A DOIS, inicialmente denominada Ninguém, foi fundada em 2014 e tem como diretores
artísticos Ivo Alexandre e Anabela Faustino. Os seus objetivos primordiais são desenvolver
atividades de criação; formação na área da interpretação; tradução e publicação de textos.
Desde o início da sua formação, aposta na criação de textos originais, valorizando a
dramaturgia contemporânea portuguesa – a partir de um tema; textos já existentes; da
partilha de ideias entre dramaturgo, atores e encenador; do diálogo estreito entre artistas e comunidade.
Para além da dramaturgia portuguesa, a DOIS tem como foco a pesquisa, experimentação
e divulgação dos mais diversos universos teatrais, explorando dramaturgias contemporâneas e clássicas, sempre em articulação com um questionamento sobre a
subjetividade nos panoramas sociais e artísticos contemporâneos.
A relação com as comunidades é também uma das preocupações da DOIS. Aproximar o
espetador das práticas artísticas, tornando-o mais atento e participativo na sociedade;
promovendo a inclusão social e cidadania; fomentando a reflexão sobre o sujeito na sua
diversidade cultural, social, política, psicológica e ontológica.
A DOIS já coproduziu espectáculos com o TNDMII e TNSJ. Tem apostado também na
descentralização da cultura, apresentando as suas produções por todo o país. Temos
desenvolvido estreitas relações com o Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco), Teatro
Municipal de Vila Real, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal de Bragança, Casa
das Artes de Arcos de Valdevez e, mais recentemente, com o Theatro Circo. Para além das
entidades com as quais temos colaborado de forma mais continuada, a DOIS já
apresentou os seus espetáculos no Cine-Teatro de Estarreja, Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima), Teatro Ribeiro da Conceição (Lamego), Teatro Aveirense, Centro
Cultural de Vila Flor/ Teatro Oficina (Guimarães), Teatro Municipal Joaquim Benite
(Almada), Cine-Teatro Garrett (Póvoa de Varzim), Cine-Teatro Louletano e Teatro Micaelense (Açôres).

Breves notas curriculares

Anabela Faustino – Interpretação
Fez o curso de Interpretação da Escola Profissional de Teatro de Cascais. Licenciou-se em
História da Arte na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É diretora artística da DOIS.
Em teatro trabalhou com os encenadores António Feio, Paulo Castro, Nuno Carinhas,
Marcos Barbosa, Carlos Avilez, Ivo Alexandre, Fernando Moreira, Carlos Pimenta, Jacinto
Lucas Pires, Mário Trigo, entre outros. Colaborou com diversas entidades e companhias
tais como o Teatro Nacional de S. João, Teatro Nacional D. Maria II, Teatro da Malaposta,
Filigrana, Seiva Trupe, Companhia de Teatro de Sintra, Teatro Oficina, Maria Matos, Teatro Experimental de Cascais e Ninguém Teatro.
No cinema trabalhou com Jacinto Lucas Pires e António Pinhão
Botelho. Participou em várias séries televisivas: Anjo Meu, Conta-me Como Foi, Liberdade
21, Mulheres Assim, Espelho D’Água, Nazaré, entre outros.

João Reixa – Interpretação
Licenciado pela ESTC no ramo de Atores, fez o Curso de Teatro Raul Solnado (técnicas

teatrais através dos métodos de Stanislavski e Grotowisky, expressão corporal, aulas de
canto e colocação de voz).

É co-fundador do Teatro da Cidade. Em teatro trabalhou com os
encenadores Jorge Silva Melo, João Mota, Luís Miguel Cintra, Graham Vick, Guilherme
Gomes, Nídia Roque e Catarina Requeijo. Foi co-criador de vários espetáculos do Teatro
da Cidade. No cinema trabalhou com Isabel Pina, Pedro Cabeleira e Lúcia Pires Diz. Em
televisão participou na série da RTP “Três Mulheres”, de Fernando Vendrell

Marques D’Arede
Esteve ligado ao Teatro Amador durante vários anos, nomeadamente ao GITT da Trafaria.
Em 1973, participa na peça “Os Pequenos Burgueses” de Máximo Gorki com encenação de
Fernanda Lapa. Frequentou o Conservatório Nacional e fez vários workshops, com
directores de renome, ao longo do tempo. Fez o Curso de Formação de Actores da
Comuna – Teatro de Pesquisa, onde depois permaneceu de1981 a 1986 em peças dirigidas por João Mota.

Trabalhou com os encenadores Rogério de Carvalho, José Caldas, Alberto Pimenta, Mário
Feliciano, Guilherme Filipe, António Feio, Castro Guedes, Almeno Gonçalves, Jorge Listopad, Vladislav Pazi, Victor Gonçalves, João Lourenco, Helena Pimenta, Diogo
Infante, Filomena Oliveira, Luís Miguel Cintra, Rui Mendes, Mário Mattia Georgetti,
Joaquim Benite, Rodrigo Francisco e Ricardo Neves-Neves entre outros.
Representou textos de Strindberg, Goldoni, Alberto Pimenta, B. Brecht, António Ferreira,
Peter Weiss, Gil Vicente, Camus, Pasolini, Ibsen, Molière, Shakespeare, Racine,
Howard Barker, Dostoiewski, AntonTchecov, Adamov, Nick Dear, Daniel Besse, Eugéne O
Dear, Daniel Besse, Eugene O`Neal, David Mamet, Horvath, entre muitos outros.
Trabalhou no Teatro Nacional D. Maria, Teatro da Trindade, Teatro da Cornucópia, Teatro Nacional S. João, Teatro Aberto, Teatro S. Luís e Teatro da Mala Posta.
No cinema, foi dirigido por António Macedo, Manoel de Oliveira, Leandro Ferreira, Raul
Ruiz, Benoit Jacquot, Robert Mazoier, Fonseca e Costa, João Mário Grilo, Hugo Martins,
Vicente Alves do Ó, entre outros.
Protagonizou ou participa regularmente em novelas e séries, das quais destaca “Procura-
se “, A Febre do Ouro Negro”, “Ministério do Tempo”, “Madre Paula”, “Teorias da Conspiração” e “Cenas de Família” para a Fox e Fox Comedy.

 

Sobre Jornal de Oleiros

Nascemos em 25 de Setembro de 2009. Lutamos arduamente pela defesa do interior, o apoio às famílias e a inclusão social. Batemo-nos pela liberdade e independência face a qualquer poder. Somos senhores da nossa opinião.
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